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  • Organização pessoal: Como utilizar seu planner

    No universo da organização pessoal, o planner surge como uma ferramenta ampla e personalizável, capaz de se moldar às necessidades de cada indivíduo. Diferente da agenda tradicional, que foca no dia a dia, o planner oferece uma visão semanal (imagem acima), permitindo um planejamento mais abrangente. Além disso, há espaço para indicar compromissos mensais, ainda que com menor destaque.

    A visão semanal e mensal do planner permite um planejamento detalhado, com espaço para prioridades, objetivos e anotações. Ou seja, você pode organizar as tarefas cotidianas ou planejar metas de médio e longo prazo.

    Explorando as possibilidades do planner

    Planners são ferramentas de organização multifacetadas. Alguns modelos incluem recursos como calendários, listas de favoritos, controle financeiro, rastreamento de hábitos, planejamento de viagens,  acompanhamento dos estudos e registro de momentos especiais. Alguns modelos vão além e oferecem diferenciais como controle de humor.

    O planner também é um espaço aberto à criatividade. A versatilidade se amplia com divisórias reposicionáveis em determinados modelos, permitindo que cada pessoa personalize o planner conforme suas necessidades.

    Listas: uma abordagem visual para a produtividade

    Alguns planners já contam com espaço para listas de tarefas. Se o seu não tiver, basta desenhar um quadrado antes de cada item para criar sua própria checklist.

    Ao contrário do ambiente digital, que oferece diversos recursos visuais, no planner você mesmo define como gerenciar suas demandas.

    Para organizar tarefas diárias de maneira simples e visual, utilizo um sistema inspirado no “Getting Things Done” (GTD). No planner, eu marco as tarefas da seguinte forma:

    • ✓: Tarefa concluída;
    • A: Adiada;
    • C: Cancelada ou desistida;
    • D: Delegada a terceiros.
  • Opera Air, um browser para uma navegação mais tranquila

    Conheça o Opera Air, um browser que combina a experiência de navegação com ferramentas para promover atenção plena e relaxamento. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente. 

    Uma das principais funcionalidades do Opera Air são as pausas programadas. Você pode escolher entre diferentes tipos de exercício, como respiração profunda, alongamento do pescoço, meditação e varredura corporal. É possível ajustar a duração das pausas de acordo com a sua necessidade, de 3 a 15 minutos.

    O Opera Air também utiliza batimentos binaurais, uma técnica que combina duas frequências sonoras distintas. Embora não haja consenso na literatura científica, esses sons são associados a alguns benefícios, como promover o relaxamento, a concentração e a criatividade.

  • EUA mudam os critérios para alimentos saudáveis

    Os Estados Unidos redefiniram o que é um alimento saudável após 30 anos. Para ser considerado ‘saudável’, os produtos precisam ter mais frutas, vegetais e proteínas, e menos gordura, sódio e açúcar.

    O que isso significa, na prática? Abacate, nozes e azeite de oliva são considerados alimentos saudáveis nos EUA. Já alimentos ultraprocessados como cereais matinais demasiadamente açucarados e barras cheias de aditivos não devem fazer parte da sua lista de compras.

    Imagem via Flickr

  • “Brain rot”: O alto preço que pagamos pelo consumo ininterrupto de conteúdo online

    Rolar a tela do celular por horas a fio, consumindo conteúdos banais e sem perceber o tempo passar. Se você se identificou, há uma expressão para isso: “brain rot”. A tendência é tão presente em nosso cotidiano que se tornou a palavra de 2024, segundo o Dicionário de Oxford.

    Mas o que significa “brain rot”? Em tradução livre, a expressão pode ser entendida como “cérebro apodrecido” ou “atrofia cerebral”. De acordo com o dicionário, a expressão descreve um declínio nas habilidades mentais e intelectuais, atribuído ao hábito de consumir grandes quantidades de conteúdo online que não exige esforço mental.

    Embora a expressão tenha se tornado popular recentemente, a ideia por trás dele não é nova. O escritor Henry David Thoreau já utilizava uma expressão similar em seu livro “Walden, ou A vida nos bosques” no século XIX, para criticar a tendência da sociedade de simplificar ideias complexas.

    A popularização do termo “brain rot” nos alerta para a necessidade de refletir sobre nossos hábitos de consumo de conteúdo. A constante busca por novidades e distrações virtuais pode nos levar a uma sobrecarga de informações e prejudicar nossa capacidade de concentração e de pensamento crítico.

    Imagem via Flickr

  • Estética masculina em alta: por que os homens estão investindo em si mesmos?

    A procura por procedimentos estéticos entre homens aumentou 29% na última década, segundo a ISAPS (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS).

    Os procedimentos mais procurados pelo público masculino são: Transplante capilar, preenchimentos faciais, queixo marcado, mandíbula definida e pele rejuvenescida. Em especial, eles procuram procedimentos menos invasivos, tais como botox, laser e preenchimentos faciais sutis. 

    A cirurgiã plástica Julieta Corbett, referência em procedimentos masculinos, aponta que os homens estão cada vez mais buscando resultados naturais e harmoniosos, sem abdicar de suas características individuais. Segundo a médica, essa procura não se limita à aparência física, mas também está associada ao bem-estar emocional e à confiança, impulsionada por fatores como a competitividade profissional e as transformações na vida pessoal, como o fim de uma relação afetiva.

    Imagem via Flickr

  • Dreamscrolling: navegando pelos sonhos de consumo na era digital

    Em um mundo cada vez mais conectado, no qual as informações e as ofertas estão a um clique de distância, surge um novo hábito: o dreamscrolling.

    O termo, que pode ser traduzido como “sonhar rolando a tela”, define o ato de imaginar a compra de algum produto ou experiencia, navegando por sites, aplicativos e redes sociais.

    Um estudo da empresa de serviços financeiros Empower revelou que esse comportamento está se tornando cada vez mais comum, especialmente entre os norte-americanos.

    A pesquisa indica que, em média, as pessoas passam 2,5 horas por dia explorando as vitrines virtuais e alimentando sonhos de consumo.

    Imagem via Flickr

  • DaZi: A nova tendência de conexões sociais por conveniência que vem da China

    A forma como construímos relacionamentos está em constante evolução. E a China nos apresenta mais uma novidade: o DaZi. Essa expressão, que significa algo como “companheiro”, se refere a um tipo de amizade por conveniência, no qual as pessoas se juntam para atividades específicas sem o compromisso de um vínculo mais profundo.

    Imagine encontrar alguém online para ir ao cinema, fazer um curso ou simplesmente bater um papo. Essa é a essência do DaZi. É como pedir um amigo sob demanda, para compartilhar momentos específicos sem se preocupar com a dinâmica de uma amizade tradicional.

    O objetivo do DaZi é estabelecer uma conexão social temporária, sem implicações emocionais ou obrigações posteriores. Ou seja, o relacionamento é encerrado após a conclusão da atividade em questão.

    De acordo com uma pesquisa da plataforma Soul, os principais interesses dos usuários do DaZi são: gastronomia (49,4%), eventos culturais (43,7%) e atividades físicas (27,4%).

    Por que o DaZi está se popularizando?

    • Flexibilidade: O DaZi oferece liberdade para as pessoas se conectarem sem rótulos ou expectativas.
    • Praticidade: É uma forma rápida e fácil de encontrar companhia para diversas atividades.
    • Geração Z: Essa nova geração, que nasceu a partir de 1997, valoriza experiências e conexões mais leves e descompromissadas.

    Os desafios do DaZi:

    • Falta de profundidade: As relações baseadas no DaZi podem ser superficiais e descartáveis, o que pode levar a sentimentos de vazio e solidão.
    • Isolamento: A busca constante por novas conexões pode dificultar o desenvolvimento de amizades mais sólidas e duradouras.
    • Falta de compromisso: A ausência de vínculo pode gerar insegurança e desconfiança nas relações.

    Imagem via Flickr

  • Aposta esportiva, um jogo com muitos perdedores

    O perfil do apostador brasileiro está cada vez mais definido: jovens (40% têm de 18 a 29 anos), de baixa renda e com dívidas. Nos últimos sete meses, 25 milhões de brasileiros se tornaram apostadores. A pesquisa do Instituto Locomotivas revela que 79% dos apostadores estão nas classes C, D e E, e 2/3 têm o nome inscrito em cadastros de inadimplentes. 

    O trabalho também pinta um quadro claro da rotina dos apostadores: 7 em cada 10 apostam mensalmente. O objetivo financeiro é evidente, com 53% buscando lucrar. Contudo, a realidade é mais complexa, com 45% relatando prejuízos. A pesquisa revela um ciclo vicioso, com 67% dos apostadores reinvestindo seus ganhos e 33% recorrendo a outras fontes de renda para manter o hábito.

    Ainda piora. Especialistas apontam, segundo reportagem da Folha, que a demanda por tratamento para dependência em jogos de azar ultrapassa a capacidade de atendimento dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que atende pessoas com vício em ludopatia. 

  • Cardio: quanto tempo você precisa se exercitar?

    O preparador físico Márcio Atalla indica que a duração da atividade aeróbica é um fator determinante na queima de gordura, independentemente da modalidade escolhida.

    Além disso, Atalla afirma que a intensidade do exercício desempenha um papel fundamental, mesmo em treinos mais curtos. Ao elevar a intensidade, você aumenta o gasto calórico total, otimizando a queima de gordura.

    Nesse sentido, atividades que recrutam diversos grupos musculares, como corrida, natação e remo, se destacam como as mais eficientes.

  • Uma mente serena requer foco

    Nesse ano, estamos retomando de forma mais plena as atividades do cotidiano. Depois de tanto tempo no casulo, alguns estão com dificuldade para encarar novamente a dinâmica social. O mundo vai se abrindo, mas a mente permanece ligada à pandemia, imersa nas múltiplas possibilidades de uma situação incerta.

    Caso esteja se sentindo assim, a psicóloga Tasha Eurich recomenda, inicialmente, manter o foco em algo específico. Exercício físico, leitura ou outras atividades que requerem esforço mental ativo são ótimas soluções.

    Eurich avalia que a atenção suplanta a angústia pois só podemos manter, ao mesmo tempo, algumas ideias em nossas mentes. Por isso, focar na conclusão de uma tarefa dificulta que nosso pensamento voe para fontes de preocupação, o que diminui nosso desgaste.

    A ideia não é fugir dos problemas, mas sim desenvolver uma postura que consiga organizar o fluxo de pensamento, nos auxiliando a lidar com adversidades. Até porque encarar questões de desconforto emocional pode nos ajudar a lidar com situações de estresse, sofrimento ou fracasso que poderão surgir. Nos momentos desafiantes, Tasha propõe três perguntas:

    • Que emoções eu estava sentindo naquele momento?
    • O que foi mais estressante nessa situação?
    • O que eu faria de diferente na próxima vez?

    Imagem via Flickr

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