A atividade física pode ser prejudicial à saúde? A médica pós-doutora e livre-docente da USP, Luciana Haddad, especialista em saúde e esportes, traz uma resposta clara e embasada em sua experiência como triatleta e seus estudos.
Com mais de 10 provas de Ironman no currículo, Luciana sabe bem os limites do corpo humano e os benefícios de uma rotina de exercícios bem planejada. Em suas redes sociais, a médica compartilha seus conhecimentos de forma acessível , ajudando as pessoas a encontrarem o equilíbrio entre saúde e performance.
Ao ser questionada sobre os riscos do excesso de exercícios, Luciana Haddad é categórica: “No extremo, a atividade física deixa de ser benéfica”. A médica explica que para a maioria das pessoas, uma rotina de exercícios mais moderada, com cerca de 5 a 7 horas semanais, é suficiente para promover a saúde e aumentar a longevidade. É importante ressaltar que essa frequência permite a combinação de exercícios de força e aeróbicos, que são fundamentais para um bom condicionamento físico.
No entanto, para aqueles que buscam um desempenho de alto nível, como atletas profissionais ou triatletas, a orientação de um profissional de educação física é essencial. “Atividade física em excesso precisa de acompanhamento”, afirma Luciana.
Os principais pontos destacados pela médica são:
- Atividade física é fundamental para a saúde, mas o excesso pode ser prejudicial.
- Para a maioria das pessoas, 5 a 7 horas de exercício por semana são suficientes.
- É importante combinar exercícios de força e aeróbicos.
- Atletas de alto nível e pessoas com condições de saúde pré-existentes devem procurar orientação profissional.
- Uma avaliação médica antes de iniciar qualquer programa de exercícios é fundamental.
