A economia do compartilhamento está transformando a forma como consumimos. Em seu livro ‘Mesh’, Lisa Gansky detalha como essa nova economia funciona e como as pessoas podem gerar renda.
Um dos fatores que influenciam esse cenário é a ociosidade dos bens físicos. Estudos na Europa e nos EUA mostram que os carros ficam parados 92% do tempo durante sua vida útil, um desperdício que incentiva a mudança do modelo tradicional de propriedade para o acesso sob demanda.
Essa mudança ganha força com a escalabilidade. Enquanto frotas corporativas demoravam seis anos para alcançar 1.000 veículos em operação, redes peer-to-peer conseguiram o mesmo em apenas seis meses.
Essa ideia de reutilização também influencia o urbanismo. Com 21% dos espaços comerciais vazios nos EUA, o modelo “pop-up” transforma locais parados em ativos econômicos dinâmicos, aproveitando dados de trânsito e a flexibilidade para gerar valor.
Serviços como DogVacay, Poshmark, RelayRides, Neighborgoods e Liquid são exemplos de como a tecnologia facilita o compartilhamento de bens e serviços.
O tema ganha cada vez mais espaço na imprensa. A Forbes destaca o sucesso de diversos empreendedores nesse mercado, enquanto o jornal O Globo ressalta a importância da economia do compartilhamento para a sustentabilidade do planeta.

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