A estética da memória afetiva

A Artek, uma importante empresa de móveis finlandesa, fundada em 1935, criou recentemente um novo e já considerado bem sucedido modelo de negócios. Ela compra em sites, lojas de móveis usados, mercados de pulgas ou em “família vende tudo” o mobiliário produzido por seus próprios designers nas últimas décadas e que se tornaram clássicos.

[…] faço parte de uma geração que percebe o valor afetivo e a carga de história que essas peças antigas podem trazer aos nossos lares. Vejo que nem sempre o novo é melhor, e que uma peça que conta uma boa história será um bom design. E optar por objetos usados em nosso cotidiano, mais do que estar na moda, é um exercício elegante de sustentabilidade.

Guto Requena