Projeto Reconectar

Um dia offline. Essa é a proposta do projeto Reconnect. Em 2 de setembro, corte o sinal de suas traquitanas eletrônicas e se lance em atividades ao ar livre. A ideia da iniciativa é liberar a mente para produzir criativamente.

Não se trata de uma movimento anti-cibercultura. Você pode, por exemplo, tirar fotos. Só não deve publicá-las no Instagram. No dia seguinte, visite a página do projeto no Facebook e compartilhe sua experiência.

Lembra uma campanha da MTV e a propaganda Desconectar para conectar (vídeos abaixo). Entretanto, o Reconnect tem uma pegada mais focada na produção autoral, e não apenas no consumo de outras mídias ou na socialização.

# WeAreMusic

Enfim, Adele apareceu cantando após sua cirurgia na garganta. Seu retorno aos palcos ocorre amanhã, no Grammy 2012.

A premiação musical vem passando por reformas. Ao se aproximar dos hábitos e interesses da nova geração, os organizadores querem atualizar o evento. Abraçar as novas tecnologias e apresentar nomes alternativos ao mainstream são exemplos dessa mudança de postura que busca realizar um cruzamento entre música, marketing e mídias sociais.

A ideia já gerou as campanhas We’re All Fans e MusicIsLifeIsMusic.

#WeAreMusic, que representa a valorização das raízes da música, é o norte da premiação em 2012. A agência TBWA, parceira do Grammy nos últimos cinco anos, chamou artistas como Adele, Skrillex, Bon Iver e Foo Fighters para traduzir em imagens essa proposta. O conceito dos vídeos é identificar, a partir de partículas, o DNA musical de cada músico. Vídeos abaixo.

Quadrinhos enfrentam inimigos do mundo real

Acima, panfleto alerta sobre a Aids.  O material, distribuído em show que Madonna realizou em 1987, pede maior conscientização sobre a doença e prega o fim ao preconceito contra aqueles que a contraem (ou que são HIV-positivos).

A arte sequencial também foi usada recentemente para passar outra mensagem de conscientização. No final de 2011, a Associação de Luta Contra o Câncer (ALCC) de Moçambique convocou personagens das revistas em quadrinhos (como Mulher-Maravilha e Mulher-Gato) para alertar contra o câncer de mama.

daqui

O apagão da internet: #StopSOPA

Vídeo do GovFresh explica como os projetos norte-americanos Pipa (Protect Intellectual Property Act; lei para proteção da propriedade intelectual) e Sopa (Stop Online Piracy Act; ato para encerrar a pirataria online) podem mudar a forma como você acessa a internet.

O GovFresh também indica outros serviços. Um deles é o SOPAOpera, que monitora com os políticos estão se posicionando. Já as páginas AmericanCensorship.org, Engine Advocacy e POPVOX permitem que sua voz chegue ao Congresso norte-americano.

Hoje operam no escuro a Wikipedia, Reddit, BoingBoing, WordPress, MoveOn.org e a Mozilla (do navegador Firefox).

O outro lado não faz silêncio. A Motion Picture Association of America ((Associação Americana da Indústria do Cinema), uma das apoiadoras mais eloquentes dos projetos anti-pirataria, já esperneou sobre o motim digital.  O presidente e CEO da entidade, o ex-senador Chris Dodd, considerou o apagão “perigoso”.

No Brasil, um dos melhores textos sobre o assunto foi escrito por Pedro Doria: Entre a pirataria e a liberdade.

insurreição limitada – Nem todos embarcaram no boicote. Nessa quarta, embora apoiem a causa, Facebook e Twitter não vão limitar suas atividades. Já o Google, uma das grandes vozes contra o projeto Sopa, conclama os usuários do serviço nos EUA a protestar. Mas o recurso de buscas não foi interrompido.

Outros tentam capitalizar em cima da ausência dos demais. Aproveitando o apagão da Wikipédia, o Guardian, numa estratégia que lembra os anúncios de oportunidade, lançou site para tirar dúvidas: Guardipedia.

Fura greve: o Mashable ensina como você pode usar a Wikipédia hoje.