Melhores aplicativos para Android

Nessa semana (23/09), foi lançado o G1, primeiro celular a rodar a plataforma do Google para telefones móveis, o Android. Para aproveitar o sistema operacional, o site Sizlopedia traz uma bela lista com os melhores aplicativos disponíveis para serem utilizados no Android.

Há, por exemplo, um programa que altera as configurações do aparelho de acordo com sua localização (Locale) e um software que notifica quando um dos seus contatos está próximo a você (LifeAware). Confira a lista completa aqui. Abaixo, uma demonstração do Android.

Atualização: As dicas acima se tornaram uma peça histórica. desde seu lançamento, o sistema operacional cresceu, se tornando o mais presente em celulares inteligentes. Para não se perder entre tantas opções, as listas do blog Gizmodo e do Lifehacker são bem interessantes, já que dividem os aplicativos por temas (produtividade, social, entretenimento, comunicação etc.)

Android, a primeira versão

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Iphone no Brasil

Amanhã será lançado oficialmente no Brasil o Iphone. Os valores vão de R$ 1.000 a R$ R$ 2.599.

São preços elevados para um produto que deixa a desejar em alguns quesitos. A câmera de 2 mega é bem precária para um produto de ponta. O aparelho também não filma… No final das contas, adquirir o N95, da Nokia, poderia soar mais vantajoso.

Entretanto, era assim que você comprava smartphones até ontem. Os atrativos do aparelho da Apple são outros. O principal é a boa usabilidade, em especial a propalada facilidade de navegar na web.

Deu resultado. Apesar de só chegar agora oficialmente ao Brasil, o iPhone já é o celular mais utilizado no país para acessar a internet. Em agosto, do total de 385 mil telefones móveis utilizados para se conectar à rede, 196 mil deles eram iPhones (dados da consultoria Predicta).

Outra vantagem é a iPhone Application Store, loja virtual em que é possível adquirir aplicativos. Para quem gosta de música, uma boa sugestão é o simulador de bateria aDrummer.

 

iPhone chega ao Brasil em novembro

Segundo o jornal Folha de São Paulo, o iPhone, o celular da Apple, chega -oficialmente- ao Brasil em novembro. Vivo e a Claro prometem colocá-lo nas lojas para as vendas de natal. Na semana passada, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou o telefone, abrindo caminho para as operadoras importarem o aparelho.

Não deve haver grande diferença de preço entre EUA (varia entre US$ 199 e US$ 299) e Brasil visto que o acordo da Apple sinaliza que devem haver subsídios das operadoras para disseminar o iPhone.

Imagem via flickr de shapeshift

Vai ao cinema? Consulte o Google

O Google traz inúmeros recursos que não são conhecidos do grande público. Muitas vezes são serviços coligados à busca. Um simples e útil é o Google Movies.

Com ele, você pode consultar os horários de exibição de qualquer cidade, de forma ágil e descomplicada. Ele agrupa os resultados por local (todos os filmes de um determinado shopping, por exemplo).

Caso seja um multiplex, ele reúne todas as sessões por filme (e não sala de exibição). Ou seja, se você perder uma sessão, já sabe qual será a próxima, sem ter que consultar cinema por cinema. Ainda separa entre versões dubladas e legendadas.

Os livros best-sellers do Japão estão nos celulares

No Japão, o celular é uma central de mídia. Por lá, mais de 90% do comércio de canções digitais vai direto para os celulares.

Agora, outra tendência ganha força: consumir livros via o aparelho portátil.

Entre os 10 romances mais vendidos no ano passado, cinco eram originalmente criações para celular. Muitas obras são de escritores iniciantes. Eles mantém diálogo intenso com seus leitores. A ferramenta mais utiliza são os blogs.

Sem celular

Hoje, Ruy Castro escreveu um texto intitulado “Sem celular” (acesso exclusivo para assinantes do UOL). Eis um trecho:

“Dentro de um mês, haverá um telefone celular para cada duas pessoas na Terra. Pelos cálculos, serão 3,3 bilhões de aparelhos para 6,6 bilhões de pessoas. Parece, mas não é -ainda- o fim dos tempos. Significa que, de cada duas pessoas no planeta, restará uma que não sente ânsias de se comunicar o tempo todo, que não aceita ficar disponível 24 horas […] Essa pessoa ainda valoriza o ato de falar ao telefone, usando-o apenas quando tem algo prazeroso ou inadiável a dizer. E valoriza, sobretudo, o ato de não falar ao telefone.”

Ele conclui: “Não me entendam mal, sou a favor do celular. Apenas me pergunto o que a turma tanto fala ao telefone. Do tambor ao computador, o ser humano sempre inventou meios para trocar mensagens. Mas, pelas amostras que recolho de ouvido nas ruas, fala-se ao celular apenas porque ele está à mão. Marshall McLuhan acertou na pinta: o meio é a mensagem. Temo que, um dia, exceto por Caetano Veloso e Vera Fischer, eu seja a única pessoa das minhas relações a não ter celular.”