Acervo digital de jornais brasileiros

Todo o acervo histórico digitalizado do jornal Estado de São Paulo estará disponível online a partir do dia 23 desse mês. São mais 2 milhões de páginas publicadas pelo diário desde sua criação, em 4 de janeiro de 1875. Para calcular preços citados em diferentes épocas, há um conversor de valores.

O Estadão vem se juntar a outros periódicos brasileiros que fizeram o mesmo, como a Folha de São Paulo: bd.folha.uol.com.br.

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O Jornal do Brasil, que abandonou sua edição impressa e migrou para a internet, optou por fazer uma parceria com Google para entregar virtualmente sua história em papel. É só acessar o endereço news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwCNesse link, você encontra uma extensa análise do projeto.

O site Catrata Livre, recentemente premiado internacionalmente, fez um belo infográfico sobre o assunto.

Você não possui seus aplicativos

Cada app que você tenha baixado de qualquer uma das principais lojas de aplicativos potencialmente tem uma licença limitada que poderia expirar no futuro próximo. A maioria de nós não tem nada a temer. Não é certamente um bom negócio apresentar um monte de aplicativos que expiram depois de apenas 2 anos no mercado […]
Certifique-se de olhar todos os detalhes disponíveis sempre que comprar um aplicativo para ver se existe uma licença limitada incluída nele.

O artigo cita os últimos momentos finais da versão do jogo Rock Band para iPhone/iPad. Mas o alcance dessa conversa é bem mais amplo. A Amazon, por exemplo, já apagou remotamente livros instalados no e-reader Kindle.

million short

 

Um sistema de busca que pensa “pequeno”. O millionshort.com remove do seu banco de dados os campeões de audiência da internet: ao pesquisar por lá, não encontrará resultados que apontam para os sites mais visitados (o “top 1 milhão” fica de fora, como o nome entrega). Com um índice menos óbvio, as respostas podem ser mais interessantes. Ou pelo menos curiosas. Adorei a ideia.

Sintonizando novos meios

“Nós estamos vendo o efeito cumulativo de assistir tv de forma não-linear”

Jeff Gaspin, chefe de entretenimento da emissora norte-americana NBC, em matéria do NY Times sobre a perda de audiência das atrações “ao vivo” (a primeira vez que um programa é transmitido). Para ele, agora os telespectadores optam pelas “built-up libraries”. Com isso, podem assistir em sequência todos os episódios de um programa. Via Netflix, iTunes, gravações caseiras…

Além da fartura de conteúdo, há outras vantagens. Gaspin dá como exemplo a série The Walking Dead. Ele começou a assistir o programa junto com seu filho através de diversos meios disponíveis até alcançar o final da segunda temporada ao vivo.

“Não foi tão bom. Os comerciais quebram a tensão. Tínhamos visto os outros episódios com cobertores sobre nossas cabeças. Eu odeio dizer isso para os executivos desse negócio, mas eu nunca mais vou assistir Walking Dead ao vivo novamente”, explica Gaspin.

Esse é um assunto comum nesse blog. Alguns chamam essa tendência de era pós-televisão.

Webdocumentário sobre arte urbana

Um documentário interativo que segue a arte de rua pelo mundo: Défense d’afficher. São oito diretores, que te levam ao Brasil, Grécia, Quênia, EUA, França… Em São Paulo, por exemplo, conhecemos a obra do grafiteiro Alexandre Orion.

Um aplicativo móvel (All City; para iPhone) permite ampliar sua experiência. Com ele, é possível registrar e mapear arte de rua pelo mundo.