Pirataria para vender

Acima, arte interna do DVD oficial do filme Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo, 2011).

Inusitada, a imagem, que emula um DVD gravado em casa, não é a primeira iniciativa do gênero. Há dez anos, a banda System of a Down lançou o disco Steal This Album! O provocativo título igualmente apontava a tônica visual do trabalho: toda a arte do disco, e não apenas a parte interna, adotava a “estética pirata”.

Steal This Album! trazia faixas que não entraram no álbum anterior, Toxicity. Boom!, um hino anti-gerra do Iraque, fez sucesso.

A ascensão do vídeo em tempo real

[…] estamos apenas no início de um processo que irá transformar a forma como vemos imagens em movimento, para não mencionar o que são essas imagens e seu processo de produção. Já conhecemos o mundo da televisão, onde assistir vídeos significava sentar em uma sala observando cuidadosamente conteúdo programado e produzido profissionalmente. Agora, a partir do paradigma da produção Youtube, das criações “faça você mesmo”, surge uma proposta mais fluída: uma explosão de vídeo acontecendo agora.

Trecho de Living on a Stream, da revista Wired. O texto aposta que, em dez anos, mais da metade do que vemos (de conversas no Skype a eventos esportivos) será transmitido ao vivo.

Atualmente, Ustream e Justin.tv são os serviços mais conhecidos para broadcasters. Color, um app para iPhone integrado ao Facebook, desponta como promessa do setor.