O lar do futuro

[…] a noção de lar, também graças à internet, expandiu-se para territórios simbólicos – levo minha “casa” comigo pelo mundo, no celular, no computador, nas redes sociais.
A maior parte de nós, no entanto, continua vivendo em residências que reproduzem o modelo tripartido do século 18, que divide o espaço em áreas social, íntima e de serviços em ambientes compartimentados e estanques.
[…] Mas, se o futuro chegou, a casa que vai representar esse novo tempo deverá se basear não mais em cômodos e hierarquias, mas nas atividades que exercemos ali.
[…] Nossa casa será um sistema aberto, colaborativo e seremos todos co-designers desses espaços.

Guto Requena, arquiteto. Hoje, ele inaugura sua coluna na Folha, espaço que passa a ocupar quinzenalmente.

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